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Mais Humor, Menos Dor

Atualizado em 22/06/2016 Por Dr. Alexandre Feldman

O Poder do Humor na Melhora da Enxaqueca

Mais humor, menos dor

Mais humor, menos dor

Aquela super gargalhada, incontrolável, tão intensa que as lágrimas saem dos olhos sem parar… Você se lembra da última vez que aconteceu? Não estou falando das risadas “sociais”, mas sim, daqueles espasmos incontroláveis de risos, impossíveis de interromper, nem mesmo para respirar ou falar… Não se consegue manter a posição ereta, o corpo se dobra, a barriga até dói… Como você se sentiu logo depois que recuperou a compostura após esta torrente de humor? Muito bem, não é? Totalmente revigorado, o rosto todo vermelho, úmido de lágrimas, a respiração rápida e, finalmente o retorno ao mundo consciente… bem mais disposto!

Embora pouco se conheça do benefício das gargalhadas, pode-se buscar uma explicação a partir das lágrimas que caem. Elas são fabricadas a todo instante, para umedecer os olhos. Sua produção pode ser estimulada por remédios, luz intensa, irritação no olho ou alimentos muito apimentados. Esses estímulos vão até a base do cérebro, fazendo disparar um grupo de neurônios, num lugar chamado núcleo lacrimal. Os disparos desse núcleo seguem para as glândulas lacrimais, fazendo-as emitir lágrimas.

A base do cérebro é uma espécie de centro de controle de muitas funções involuntárias e inconscientes do nosso organismo, por exemplo, a respiração. Conecta a parte racional do cérebro com a parte que leva e traz informações do resto do corpo. A base do cérebro pode ser considerada como uma conexão mente-corpo!

Nenhuma outra espécie, além da nossa, consegue estimular suas glândulas lacrimais através de estados emocionais. Nós choramos de tristeza, de dor, de alegria, e também quando gargalhamos. Nesses casos, o estímulo partiu não dos olhos ou nariz, mas sim da mente, dos hemisférios cerebrais, da região pensante do cérebro!

Quando a parte consciente do cérebro interpreta algo como sendo muito engraçado e desencadeia uma gargalhada, ocorre uma conexão imediata com a parte inconsciente do cérebro. Esta conexão é comprovada pelas lágrimas! Os centros inconscientes da base do cérebro entram num ciclo de disparos incontroláveis que podem durar vários minutos, causando não só lágrimas, mas também espasmos do diafragma e perda do controle da postura, a tal ponto que a pessoa pode literalmente cair no chão de tanto dar risada. Isso demonstra que, a partir de um dado momento, a base do cérebro é quem passa a comandar a situação. Ou seja, o inconsciente, e não mais o consciente, passa a determinar a experiência.

Este estado alterado da consciência é o que se chama “ficar alto”, “ter um barato”. Enquanto os canais entre mente e corpo, consciente e inconsciente, estão assim abertos, a realidade se modifica. Tudo aquilo que era “comum”, fica “diferente”. Quando a gargalhada termina, a pessoa se sente muito relaxada. O efeito no organismo é como o de uma poção mágica revigorante e purificante.

Na psicoterapia, quando o paciente chora, considera-se que ele abriu a guarda das suas defesas internas, e que naquele momento, está “deixando sair” todas as mágoas até então não choradas. Mas no meu consultório, dou para meus pacientes a seguinte opinião: chorar de tanto dar risada é muito mais gostoso, e produz ainda mais alívio, bem-estar e saúde! Ter este bom hábito, aprendê-lo, buscá-lo em livros de piadas e situações de humor do dia-a-dia, e praticá-lo diariamente significa prevenir dores de cabeça!

Faça e comprove!

OBS: Este artigo será republicado sempre que for atualizado.

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Tópico: Estilo de vida/ Gestão das Emoções/ Sem Remédios/ Tratamentos

Sobre o Autor - Dr. Alexandre Feldman

Médico clínico-geral (CRM-SP 59046), autor de vários livros sobre enxaqueca, criador e responsável pelo site Enxaqueca.com.br (onde você se encontra neste momento), palestrante, criador do termo "Medicina do Estilo de Vida", para designar a vertente da medicina que prioriza mudanças de hábito e estilo de vida para a prevenção e recuperação de doenças. Tem consultório em São Paulo, cidade onde mora com sua esposa, a culinarista Pat Feldman e dois filhos.

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